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quarta-feira, 12 de setembro de 2012

A Árvore da Felicidade e suas novas inquilinas

No começo do ano ganhei da minha irmã uma Árvore da Felicidade. Fiquei desesperada quando começaram a amarelar e cair algumas folhinhas {contei isso aqui} mas mal sabia eu o que ainda estava por vir...

Eu não tenho muitas plantas em casa {na verdade depois que me desfiz da horta só sobraram as orquídeas e a Árvore da Felicidade} mas tenho um amor danado nas minhas bichinhas. Faço questão de aguar eu mesma, acompanhar seu crescimento, cada nova florzinha.

E o que aconteceu foi que de repente, mais ou menos de um mês pra cá, comecei a notar uma carreirinha de formigas vindo sei lá de onde para a minha arvorezinha. Ah, não há de ser nada, pensei. Até que do dia pra noite começaram a cair galhos inteiros, de uma só vez. "Céus!!! Socorro!!!"

Eu não tenho conhecimento botânico quase nenhum, mas resolvi dar uma olhadinha mais atenta pra ver se descobria o que estava acontecendo.


























Já percebeu o que é? Não? Olha de novo...


























Aháá... agora viu, né? As formiguinhas que eu tinha notado estavam numa relação íntima com essas danadinhas aí, as famosas cochonilhas.


























Eu juro que não me importaria nadinha em hospedar as novas inquilinas, mas desde que elas não estivessem matando a minha planta, caramba!!!

Então fui correndo no jardineiro.net ver o que fazer com esse insetinho inconveniente e comecei o tratamento da minha planta com água + sabão, que por sinal não deu certo {porque na hora eu li rápido e não vi que tinha que associar um óleo mineral na emulsão... ops} e então passei para a segunda etapa do tratamento com a tal calda de fumo.

Comprei essa história já pronta para uso, no borrifador {chama Fumo Erva Santa, da marca Dimy®}, porque fiquei com medo de ferver o fumo na minha leiteira e o cheiro não sair nunca mais.

E aí a conclusão: o cheiro é terrível mesmo mas sumiram as formigas, as cochonilhas e muitos outros galhinhos {snif} mas... agora parece estar tudo sob controle. Assim espero...

E vocês, meus queridos, me contem: já tiveram que combater alguma praguinha indecente nas plantinhas de vocês ou são adeptos das artificiais mesmo?

Bem, se aparecer vocês já sabem, né? Fumo nelas!!!

E é isso. Beijos em todos e... inté!!! =)

P.S.: Hoje vai ser o nosso segundo encontro do Projeto Bem Estar. Aguardem pelas novidades!!!

P.S.2: Gentem, eu não mato nem pernilongo. Mas praga... não dá, né?

P.S.3: Mentira. Pernilongo eu também mato... hehehe


terça-feira, 13 de dezembro de 2011

A Árvore da Felicidade

Minha irmã antes de voltar para sua casa nos deu um presente lindo. Bem, na verdade o presente foi o cartão que veio junto com ele - a minha irmã escreve com o coração...

E o cartão, entre outras coisas que encheram meus olhos de água, dizia assim:

"Esse pequeno presente é a Árvore da Felicidade. São duas plantinhas que crescem juntas. O macho tem as folhas maiores e a fêmea as menores. Diz a lenda que ela traz muita felicidade para quem a tem em casa. Só traz felicidade se for ganhada, e não comprada. Sejam muito felizes!"


Não é lindo? Ganhei a felicidade de presente!!! Não dá vontade de presentear todo mundo assim também?!


Mas o significado desta plantinha é tão maravilhoso que junto a ela a gente ganha uma responsabilidade. Não que as outras plantinhas também não a mereçam, mas deixar morrer a felicidade... aff, não consigo nem imaginar...


Umas duas semaninhas aqui em casa e a minha felicidade começou a amarelar umas folhinhas... Desespero total!!! 





Telminha está viajando e tive então que recorrer ao tio Google. Nada conclusivo, cada lugar dizia uma coisa. Falta de água, excesso de água, é normal, sua planta está morrendo (ahhhhhhhh)....

Então, leitores queridos, alguém pode me ajudar? Estou preocupada à toa, ou realmente preciso fazer alguma coisa?
Help! :(

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Escultura de flores

Na última sexta-feira, resolvi dar um pulinho na Livraria Cultura do Casa Park para comprar um livro que já andava namorando.
Quando cheguei no pátio principal do shopping, uma profusão de cores e formas me paralisaram: era a exposição de Ikebana na comemoração do Mês da Cultura Japonesa promovido pelo Departamento Cultural da Embaixada do Japão.
Fiquei admirando aqueles arranjos lindos e lembrando o quanto sempre tive vontade de aprender a arte da Ikebana. Numa mesa próxima aos arranjos, o folder com a programação do evento, e... "puxa, que sorte! uma palestra demonstrativa de Ikebana Moderna no auditório da Livraria Cultura... hoje! agora!!!"
Não preciso nem dizer que corri pra lá, né? Sorte minha, a palestra atrasou alguns minutos e eu consegui assisti-la toda, todinha.
A palestrante Zilá da Costa Raymundo - presidente do grupo de Ikebana Sogetsu de Brasília - fez uma apresentação deliciosa, com direito a história, curiosidades, fotos e cinco arranjos - divinos! - montados na hora.

Os arranjos de Ikebana me encantam pela sua originalidade. Aqui, a arte está na criatividade, e não na perfeição. Pelo contrário, sua beleza está nas formas irregulares, nas diferentes alturas (todas tem um significado), nos números ímpares de elementos, na simplicidade. Galhos ganham status de flores raras. Bambus, sementes, folhas secas, todos entram em uma harmonia incrível.







Não é de encher os olhos e alegrar o coração?!

A escola Sogetsu ensina esta arte no mundo inteiro, e o curso completo se divide em quatro livros de 20 lições. Em Brasília os cursos seguem este calendário aqui.

Já imaginou sua casinha toda semana com um arranjo lindo como estes? Quem anima fazer o curso? Bora?!


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