Minha gente, falei dos famosos wafles holandeses no nosso último post mas esqueci que ainda não os tinha mostrado aqui...
Isso na verdade foi de propósito, porque na época em que fui apresentada a eles achei que seria uma baita sacanagem deixar todo mundo na vontade numa relíquia que tinha vindo diretamente da Holanda, na mala da minha irmã. Mas agora que descobri que o bichinho vende no Mercadão... ah, mas é claro que vou ensinar a você como é que se come essa maravilha!!!
Segundo a Telminha, que deu uma estudada no tema antes da sua viagem, o stroopwafle é um quitute super comum lá na Holanda, coisa do café-da-manhã do dia a dia mesmo. E tem todo um esquema pra comer o danado, apesar da vontade gigante de já ir devorando o pacotinho inteiro de uma só vez... rs
Olha como se faz: você vai encher sua caneca com café bem quentinho {tem que estar bem quentinho mesmo} e cobrir com um stroopwafle {ele tem o tamanho certinho pra isso}. Deixe tampado mais ou menos uns dois minutinhos e só então dê uma mordidinha no biscoito, o suficiente para começar a beber o seu café. Aí você vai bebendo por esse buraquinho, segurando o biscoito com cuidado pra não fazer uma lambança. Resultado: depois que o café chegar mais ou menos na metade da sua caneca, o vapor terá derretido todo caramelo que recheia o wafle, e - incrível - o biscoito permanece crocantinho. É um manjar dos deuses...
Apesar da dupla original ser do café + stroopwafle, este aí da foto eu comi com um chazinho de gengibre e capim-limão, e combinou super. Até acho que com o chá fica bem interessante porque você pode aproveitar o biscoitinho pra fazer a infusão, então quando o chá estiver pronto o caramelo também já estará derretido e é só correr pro abraço...!
E é isso. Café, chazinho e um biscoitinho incrível para o seu feriado.
Espero que tenham gostado, um beijão em todos, e... inté! =)
P.S.: Vocês já conheciam este danado?
P.S.2: Desculpem as fotitas que não estão das melhores porque são antiguinhas e só fotografei com o celular... ;)
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sexta-feira, 7 de setembro de 2012
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Qué quéfé?
Era assim que uma antiga profissional doméstica da minha mãe nos oferecia o cafezinho. "Qué quéfé?", dizia ela. Eu achava tão engraçadinho que até hoje faço essa brincadeira.
Mas nunca fui muito de tomar café em casa. Café coado, pra mim, não tinha graça... Até que a minha mãe me ensinou um jeitinho de preparar o café solúvel que ficava uma delícia: a gente colocava o café na xicrinha, um tiquinho de açúcar, umas poucas gotinhas de água e mexia vigorosamente até formar uma pastinha. Depois era só acrescentar água quente com cuidado e aparecia um café cremosinho, o maior barato.
Aí tudo mudou mesmo quando eu casei e ganhamos de presente uma maquininha de café espresso.
Mas nunca fui muito de tomar café em casa. Café coado, pra mim, não tinha graça... Até que a minha mãe me ensinou um jeitinho de preparar o café solúvel que ficava uma delícia: a gente colocava o café na xicrinha, um tiquinho de açúcar, umas poucas gotinhas de água e mexia vigorosamente até formar uma pastinha. Depois era só acrescentar água quente com cuidado e aparecia um café cremosinho, o maior barato.
Aí tudo mudou mesmo quando eu casei e ganhamos de presente uma maquininha de café espresso.
Acho que hoje em dia praticamente todo mundo já a conhece, mas de qualquer forma, a Nespresso é uma máquina de café espresso doméstica que eu recomendo demais da conta pra você ter em casa. Primeiro porque ela é linda, segundo porque ela é rápida e terceiro porque ela não faz sujeira e não dá trabalho nenhum.
A empresa ainda tem uma grande preocupação ambiental com a reciclagem das cápsulas {são de alumínio} e as lojas físicas fazem a coleta seletiva para a gente. Chama Ecolaboration. Legal, né?
Pois bem, quando estivemos "nas Zuropa" ano passado visitando os meus cunhadinhos, aproveitamos pra comprar por lá umas capsulitas com um precinho mais camarada, e eu {apesar do meu inglês de segundo grau} bati altos papos com o especialista da Nespresso. E aí resolvi abrir meu coração e dizer a ele que, apesar de adorar seu café, eu não conseguia notar... assim... tanta diferença entre os vários blends disponíveis. #prontofalei
A primeira coisa que ele me perguntou foi se eu tomava o café com ou sem açúcar. "O açúcar mascara boa parte das notas aromáticas", disse ele. Isso eu já sabia, mas não estava muito disposta a abandonar o hábito - ah, eu coloco tão pouquinho!
Então ele me sugeriu que fizesse uma degustação básica em casa pra ver se eu resolvia o meu problema. Topa fazer também?
Degustação Nespresso
É assim: primeiro a gente deve experimentar os dois blends nos extremos da escala de intensidade: Ristretto e Cosi, classificados como 10 e 3, respectivamente. É o primeiro teste do seu paladar e você vai ver com quem se identifica mais. Eu gostei do Cosi.
A segunda etapa é experimentar os blends Pure Origin:
Indriya from India, Rosabaya de Colombia e Dulsão do Brasil são espressos puros, ou seja, não misturam grãos de diferentes regiões. Com isso a gente consegue descobrir quais as características que a gente gosta de acordo com a nossa região de colheita preferida. E por mais que eu quisesse escolher o brasileirinho, não deu: o meu eleito foi o Rosabaya. {gentem, vale a pena fazer esse teste: dá pra perceber nitidamente a diferença entre eles e ver que aquele tantão de cápsulas coloridinhas realmente tem as suas diferenças!}
Por fim, depois que você escolher qual dos cinco poderá ser um café pra chamar de seu, é a hora de dar um pulinho no site e ver quais são as notas que mais combinaram com o seu paladar. No meu caso, são estas aqui:
"Rosabaya - Frutado e equilibrado. Com uma base suave, esse blend apresenta notas típicas de geléia de frutas vermelhas e suaves sabores de vinho".
Aí começa a brincadeira: procure as suas notas favoritas nos outros blends {eu procurei pelos frutados}, aventure-se nos mais ou menos intensos, conforme o seu paladar elegeu, e, agora sim, descubra qual é o seu!
Então ele me sugeriu que fizesse uma degustação básica em casa pra ver se eu resolvia o meu problema. Topa fazer também?
Degustação Nespresso
É assim: primeiro a gente deve experimentar os dois blends nos extremos da escala de intensidade: Ristretto e Cosi, classificados como 10 e 3, respectivamente. É o primeiro teste do seu paladar e você vai ver com quem se identifica mais. Eu gostei do Cosi.
A segunda etapa é experimentar os blends Pure Origin:
Por fim, depois que você escolher qual dos cinco poderá ser um café pra chamar de seu, é a hora de dar um pulinho no site e ver quais são as notas que mais combinaram com o seu paladar. No meu caso, são estas aqui:
"Rosabaya - Frutado e equilibrado. Com uma base suave, esse blend apresenta notas típicas de geléia de frutas vermelhas e suaves sabores de vinho".
Aí começa a brincadeira: procure as suas notas favoritas nos outros blends {eu procurei pelos frutados}, aventure-se nos mais ou menos intensos, conforme o seu paladar elegeu, e, agora sim, descubra qual é o seu!
Espero que tenham gostado dessa dica, um beijão em todos e... inté! =)
P.S.: Minha gente, essa degustação não tem nada a ver com a degustação profissional, viu?
P.S.2: Entre um café e outro, tome um golinho de água com gás para limpar a língua e despertar novamente as suas papilas.
P.S.3: Depois vocês voltam pra me dizer qual foi o seu favorito?
P.S.4: Marcelinha, Íñigo, Carlão e Natália: obrigada mais uma vez! Amamos os nossos presentes!!!
P.S.5: Agora sim: inté!
P.S.: Minha gente, essa degustação não tem nada a ver com a degustação profissional, viu?
P.S.2: Entre um café e outro, tome um golinho de água com gás para limpar a língua e despertar novamente as suas papilas.
P.S.3: Depois vocês voltam pra me dizer qual foi o seu favorito?
P.S.4: Marcelinha, Íñigo, Carlão e Natália: obrigada mais uma vez! Amamos os nossos presentes!!!
P.S.5: Agora sim: inté!
Update: Queridos, a Marina me perguntou lá no face se eu tinha feito a degustação sem o açúcar, e aí foi que eu vi que isso não tinha ficado muito claro aqui. Então, pra tirar a dúvida, não, eu não tirei!!! Dessa forma como fiz, dá super pra perceber as diferenças mesmo com um pouquinho de açúcar. Mas é só um pouquinho mesmo, heim? Tipo um beicinho de pulga... ;)
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Pausa para o café
Quinta-feira à noite eu estou fazendo um MBA. No começo achei a coisa mais estranha do mundo, porque assistimos as aulas pelo telão, direto de São Paulo. Hum... sei não... acho que isso não vai dar certo... foi o que pensei no início, mas o tempo foi passando e eu acabei dando as boas-vindas à tecnologia: enviamos os trabalhos on line, participamos de fóruns com outros alunos de todo o Brasil, e ainda fazemos perguntas para os professores durante as aulas, tudo pela sala de aula virtual.
Mas o mais engraçado é que na minha turma, sou só eu de mulher. E como no intervalo a gente sempre senta pra bater papo e comer alguma coisinha, eu acabei me adaptando a eles, eles a mim, e as nossas conversas ficaram super divertidas. Toda quinta-feira a gente faz o Adoráveis Pour Homme: falamos de facas, de vinhos, de viagens gastronômicas, de carnes de caça, de cafés. E foi em um desses bate-papos que o Pedro adorou a ideia de comprar um moedor para aprimorar o seu expresso.
Aqui em casa nós temos uma maquininha de café da Nespresso - presente lindo de casamento - que eu adoro. É prática demais, em segundos estamos com o cafezinho pronto, mas, preciso confessar, ainda acho que o expresso convencional tem todo o seu charme... e o seu aroma, né?
Para os baristas, tão importante quanto a máquina de expresso é o moedor de café. Os aromas super voláteis dos grãos se perdem e muito quando compramos o pó pronto, e além disso, cada técnica de extração pede uma moagem diferente: superfina para o turco, fina para o coador, média a grossa para o moka e para o espresso (há controvérsias aqui...), grossa para o french press.
Já deve ter bem uns cinco anos que comprei um moedor da Cadence, bem simplesinho, de presente para o meu pai. O bichinho, que não regula o nível da moagem, funciona bem até hoje, e olha que meu pai usa todos os dias! Bem simplesinho mesmo, porque depois que fui dar uma estudadinha no assunto, vi que os moedores domésticos de hoje estão super evoluídos... Papito que me aguarde!!!
Moedor da Cuisinart, com 18 opções de moagem, à venda na Doural...
Mas o mais engraçado é que na minha turma, sou só eu de mulher. E como no intervalo a gente sempre senta pra bater papo e comer alguma coisinha, eu acabei me adaptando a eles, eles a mim, e as nossas conversas ficaram super divertidas. Toda quinta-feira a gente faz o Adoráveis Pour Homme: falamos de facas, de vinhos, de viagens gastronômicas, de carnes de caça, de cafés. E foi em um desses bate-papos que o Pedro adorou a ideia de comprar um moedor para aprimorar o seu expresso.
Aqui em casa nós temos uma maquininha de café da Nespresso - presente lindo de casamento - que eu adoro. É prática demais, em segundos estamos com o cafezinho pronto, mas, preciso confessar, ainda acho que o expresso convencional tem todo o seu charme... e o seu aroma, né?
Para os baristas, tão importante quanto a máquina de expresso é o moedor de café. Os aromas super voláteis dos grãos se perdem e muito quando compramos o pó pronto, e além disso, cada técnica de extração pede uma moagem diferente: superfina para o turco, fina para o coador, média a grossa para o moka e para o espresso (há controvérsias aqui...), grossa para o french press.
Já deve ter bem uns cinco anos que comprei um moedor da Cadence, bem simplesinho, de presente para o meu pai. O bichinho, que não regula o nível da moagem, funciona bem até hoje, e olha que meu pai usa todos os dias! Bem simplesinho mesmo, porque depois que fui dar uma estudadinha no assunto, vi que os moedores domésticos de hoje estão super evoluídos... Papito que me aguarde!!!
Moedor da Cuisinart, com 18 opções de moagem, à venda na Doural...
também da Cuisinart, um modelo mais simples, com 3 opções de moagem, na Girafa...
da Krups, com 17 opções de moagem, na Home & Cook (a loja em Brasília fica no Conjunto Nacional, mas tem outras pelo Brasil todo)...
e todo o charme dos moedores manuais, à venda no Mercado Livre!
Agora é só montar seu cantinho do café, escolher um belo grão - já provou o da Kopenhagen? - e uma boa companhia... ou um bom livro, que tal?
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